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Uma boa faculdade de economia precisa...

Posted by Savina Martins on 04:08 in ,

A minha conversa hoje com vocês é bem direta, pessoal, é um recado, a minha opinião do que se tem que fazer antes de escolher a faculda de que você vai passar os próximos 4 ou 5 anos.
Não tem uma fórmula da faculdade de Economia ideal, isso que faz é você. Apesar de todos os estudos apontarem que a faculdade só contribui com 20% da formação do profissional(os outros 80% partem do estudante), a escolha do local que você vai estudar deve ser criteriosa e atender ao que você quer fazer.
Primeiramente é importante ver quais as áreas de atuação que você quer trabalhar. É na iniciativa pública ou privada? É em banco ou em empresa? Feito isso, é importante pesquisar a grade curricular da faculdade desejada. É um curso que preza pela formação em economia política ou economia matemática ou alia as duas áreas? Só um parentese, pra não ficar mal entendido, claro que não há um curso de economia totalmente de economia política ou totalmente matemático, até por que não seria economia, concordam? O que eu tô querendo dizer aqui é que existem cursos que tem um peso maior na grade de disciplinas históricas e políticas, caso da minha querida Universidade Federal do Piauí e faculdades com uma carga maior de disciplinas práticas como a melhor do país na minha humilde opinião, FEA-USP.
Continuando, há oportunidade de se praticar o que se aprende em sala? Daí em diante é importantíssimo saber o que a faculdade oferece, laboratório, empresa júnior, estágios, parcerias com empresa. Se a faculdade oferece pós graduação, mestrados e doutorados, melhor ainda.
Creio que seguindo esses passos, as chances de ficar num troca troca de faculdade são bem menores. É o que eu teria feito se não tivesse escolhido economia por acaso. Não me arrependo da escolha, pelo contrário, hoje não me vejo trabalhando em outra coisa, mas teria evitado essa correria de transferências.

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2010 vem aí....

Posted by Savina Martins on 05:56 in , , ,

Bem, estamos próximos ao ano de 2010 e as projeções espalham-se pelo mundo. Uma que me chamou atenção são os 80.000 pontos na Bovespa, 5% de crescimento do PIB, feita pelo Citi Group. Será que isso é possível neste ano? Um ano de sucessão presidencial não só no Brasil, mas na América do Sul em geral, Chile, Peru... Enfim, será que os investidores ainda se sentem acuados com sucessão presidencial?
Em 2002, na sucessão de Fernando Henrique para Lula, a economia ficou instável, pois havia o temor de que a política econômica definida por FHC fosse deixada e outros moldes fossem tomados pelo novo presidente. O que não aconteceu. Graças a equipe econômica do governo (BACEN com Meirelles e Fazenda com Mantega) a economia ganhou musculatura, fortalecendo o mercado interno que foi o fator decisivo para que a economia brasileira fosse pouco afetada na crise.
Pois bem, 8 anos depois, mesmo tentado a manobrar a constituição para favorecer um 3° mandato, Lula se vai, deixando a dúvida, quem ocupará o Palácio do Planalto?Dilma? Serra? Aécio? Ciro?
Independentemente, o temor dos investidores existe ou é um ponto superado?
Talvez sim. Uma idéia consolidada é que a economia como está, vai bem, e é bem lógico que esta política seja mantida qualquer sucessor. Então as projeções são as mais otimistas possíveis, resistência de 70 mil pontos da Bovespa superada, PIB a 5%, aumento das exportações enfim e com grandes chances de serem concretizadas.
Talvez não. Mesmo sendo contra o programa Bolsa Família, talvez o sucessor, retire o benefício e hoje, vejo que seria um caos, de repente você retira essa "renda" extra da economia, seria realmente caótico, o poder de compra da população cairia drasticamente. Salvo se fosse implantando um programa mais bem sucedido com uma lógica muito melhor sem ser somente transferência de renda.., Enfim, bem ou mal o Bolsa família já foi incorporado na economia brasileira e retirá-lo de uma vez é uma idéia que me preocupa, teria que ser um processo gradativo aliado a implantação de um projeto que gerasse renda para estas pessoas que hoje o recebem.
Dito isso, gostaria de saber dos senhores o que vocês pensam, a sucessão ameaça as projeções otimistas?


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e não é que compra a felicidade....

Posted by Savina Martins on 05:16 in , , ,

Então, tava navegando no site do Cofecon e lá encontrei um artigo que chama a atenção. A explicação econômica daquela velha pergunta, Dinheiro compra felicidade??
Economicamente falando, sim. Em economia o conceito de felicidade está ligado ao de satisfação da utilidade, isso você encontra no livro de Microeconomia do Pindyck & Rubinfeld, numa daquelas notinhas (como eu tô no trabalho, não posso acessar meu livro, prometo que coloco a bibliografia direitinho aqui).
Em suma, o que se quer dizer é que, as utilidades são supridas com o consumo, e para consumir é necessário.. $$$$$..
Nesse artigo do Economista Marcus Eduardo de Oliveira(Mestre pela USP, professor universitário. Especialista em Política Internacional pela FESP) o que me chamou a atenção é como ele explica os consumos que não estão relacionados a renda. Bastante interessante, recomendo a leitura do artigo.


gostaria que os leitores desse uma conferida e iniciassem o debate, compra ou não compra??

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Uma perspectiva sobre empregos

A maioria dos comentários sobre economia vem com o mesmo começo: No cenário de crise, as perspectivas não são as melhores. Concordo, em partes, e partes bem pequenas.
Quando se fala em crise, a primeira coisa que pelo menos me preocupa é a geração de empregos, afinal é o grande termômetro de uma economia, se há geração de empregos, renda cresce consumo também, produção idem e vira aquele ciclo incrível que nós temos o prazer em entender e explicar aos demais.
Uma gama de economistas, principalmente críticos propõe um cenário catastrófico que desenham um mundo em que nunca mais vai se recuperar de crise por motivos que todos nós sabemos que vem com aquele tom político. Desenham comparativos que tem uma discrepância que ao meu ver chega a ser absurda e vai de encontro ao que estes mesmos economistas pregam, que é uma economia mais igual para toda a sociedade. Sou suspeita para falar a respeito da China, que é o "parâmetro" que costumam usar para comparar, pois preciso aprofundar bastante no estudo dessa economia que mesmo crescendo de forma extraordinária ainda não me convence no desenvolvimento. Considero, logicamente, que o que se te em termos de desenvolvimento na China atualmente é um progresso notável ao que se tinha há 50 anos atrás.MAs ainda muito deficiente se compararmos com o também deficiente, porém "equilibrado" Brasil.
VOltando aos empregos na época de crise, há sim motivos para acreditar que o Brasil pode reverter esse quadro. Justifico. Ao ler dois artigos de colegas mestrandos da Universidade Federal do Paraná me senti instigada a compartilhar isso com vocês.
O primeiro artigo do economista Everson de Almeida Leão que fala da desindustrialização, um processo que vem acontecendo no Brasil desde a década de 80 e que necessariamente não está ligada a fatores negativos, um deles a perda de empregos no setor da indústria, pois estes estariam sendo absorvidos em outros setores.
A queda de empregos na indústria no cenário atual, não poderia ser justificada por este processo de desindustrialização, logicamente elo cenário de crise.[artigo na íntegra: http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/opiniao/conteudo.phtml?tl=1&id=928751&tit=A-desindustrializacao-no-Brasil ]
Mas existem fatos que são animadores em relação ao crescimento do emprego, não só na indústria, encontrados neste segundo artigo de Everson Leão e João Carlos Farcic Mineo. Os dados do Caged mostram uma recuperação nos setores da indústria que apresentaram números negativos nos últimos levantamentos. [artigo na íntegra: http://www.ibqp.org.br/portal/home/?id=53&pag=artigoEntrevistaDetalhe ]
O que eu gostaria de passar aos colegas é que a questão do emprego, ou falta dele, pode ter diversas opiniões, e por mais que sensacionalismo venda mais do que a racionalidade, é interessante tomar conhecimento de todas as análises que a economia nos traz.

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Considerações sobre a estatística econômica

Posted by Savina Martins on 06:29 in , ,

Tá com um bom tempo que eu não escrevia aqui, mas não era outra coisa. Pensando em que tema estaria a figurar aqui...
Eu trabalho na parte de projetos e um bom projeto dev conter dados para o investidor poder ver onde ele está colocando o dinheiro dele. Dados sobre aquele local que ele investirá, dados como PIB,IDH, Renda per capita, escolaridade, enfim. dados dessa natureza.
Eis que começa minha saga atrás de dados do tipo para incorporar nos projeto e voila..o dado mais recente do PIB: 2006. Me digam sinceramente a gama de coisas que já aconteceu de 2006 pra cá, o quanto esse PIB ocilou?
Esse discaso com os dados pertinentes a economia chegam a ser irritantes, só divulgam dados a nível nacional, estadual e olhe lá das capitais. Se o futuro está em cidades que ainda estão engatinhando, se são elas que ainda vão crescer, lógico que os investidores vão querer ir pra lá, pois ainda não saturou. Mas dae, como ele vai sondar se o dado mais recente que você encontra é de 2006?
É um post mesmo pra questão de desabafo e mobilizar o pessoal pra necessidade de se criar um centro de pesquisa e estatística econômica que seja alimentado constantemente, já que as instituições resposáveis IBGE e CEPRO, não fazem.

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Combate aos cartéis

Posted by Savina Martins on 05:59 in , ,
muitas pessoas desconhecem o conceito de cartel, por que se fala tanto que é prejudicial,não entendem, nós como pulverizadores do conhecimento temos que fazer nossa parte e informar, uso o meu blog como arma pra isso.
Cartel
é um acordo explícito ou implícito entre concorrentes para, principalmente, fixação de preços ou cotas de produção, divisão de clientes e de mercados de atuação ou, por meio da ação coordenada entre os participantes, eliminar a concorrência e aumentar os preços dos produtos, obtendo maiores lucros, em prejuízo do bem-estar do consumidor. Geralmente ocorre em uma estrutura de mercado oligopolista, poucos vendedores e o cartel torna um monopólio, afinal ele massifica os preços visando o lucro..
Felizmente, o Brasil é um dos modelos em combate a esse tipo de crime. Isso mesmo, nosso país que é conhecido pela corrupção e falhas de conduta administrativa é um dos maiores defensores da concorrência no mercado.
A política brasileira de defesa da concorrência é disciplinada pela Lei nº 8.884, de 11 de junho de 1994 [ http://www3.dataprev.gov.br/SISLEX/paginas/42/1994/8884.htm ] . O Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência (SBDC) é composto por três órgãos: a Secretaria de Acompanhamento Econômico (SEAE) do Ministério da Fazenda, a Secretaria de Direito Econômico (SDE), do Ministério da Justiça e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), autarquia federal vinculada ao Ministério da Justiça.
Recentemente foi comemorado o dia de combate aos cartéis e, durante a cerimônia, foi assinado um acordo de cooperação entre o Governo Brasileiro e a União Européia para troca de informações e tecnologias no combate ao crime. A UE não é o primeiro país com esse tipo de acordo, já existem acordos com EUA, Argentina, Chile, Portugal, Canadá e Rússia.
Uma coisa não se pode reclamar desse mandato petista, que em termos de decisão economica, ele é quase impecável. Talvez seja pela política mantida do governo passado, e alto lá, não me refiro ao presidente Lula e sim ao Ministro Guido Mantega e o presidente do BC Henrique Meirelles, eles aperfeiçoaram a política econômica da gestão anterior dando musculatura e credibilidade a economia brasileira, e uma das reflexões é nosso país sendo um âncora no combate ao cartel

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Uma grande virada

Posted by Savina Martins on 04:33 in , , , ,
Essa semana a Academia Sueca responsável pelo prêmio nobel divulgou os agraciados com o prêmio Nobel de economia. Uma grata surpresa, Elinor Ostrom e Oliver Williamson. Elinor é a primeira mulher(espero de muitas que virão) a receber o prêmio. Mais curioso ainda é o porquê do prêmio: uma pesquisa sobre governança econômica.
Ostrom fala dos "arranjos econômicos" que justificou a escolha, segundo a Real Academia de Ciências Sueca: “As transações econômicas têm lugar não apenas nos mercados, mas também dentro das empresas, associações, casas e agências. A teoria econômica já iluminou abrangentemente as virtudes e limitações dos mercados, mas tradicionalmente prestou menos atenção a outros arranjos institucionais”. Já Williamson é mais focado nas empresas: “Oliver Williamson argumentou que mercados e organizações hierárquicas, como empresas, representam estruturas alternativas de governança, que diferem em sua abordagem para resolver conflitos de interesse”.
Duas coisas presisam ser frisadas com este Nobel, a primeira é o fato de Elinor abrir caminho às mulheres na economia, uma quebra de parâmetros numa área que ainda é dominada pelos homens.
A segunda coisa é que, apesar do contexto sugerir que o prêmio iria para alguma pesquisa no âmbito macro da economia, foi para a micro. O que eu sugiro no título, grande virada, é que a minha esperança é que com o Nobel para essa área de pesquisa inicie um processo de fomento a pesquisa na microeconomia no Brasil.
Quase que em absoluto, as faculdades de economia simplesmente utilizam de literatura do exterior, o que de certa forma é mais cômodo, afinal se trata dos polêmicos e didáticos manuais. Os professores reclamam que esses tais manuais estão ultrapassados, estão sendo analisados, pois perderam credibilidade diante da crise, sim, tudo bem, não estão errados, mas será que o estudante de economia tem alternativa de desenvolver algum tipo de pesquisa, pois as faculdades como um todo direcionam suas linhas de pesquisa para macro e economia política, então como banir esses manuais se não há "brechas" para fomentar pesquisas na área de micro.
Na Universidade Federal de Santa Catarina há um sinal de mudança, o Mestrando Marco Goulart desenvolve uma pesquisa na área de neuroeconomia[www.neuroeconomia.blog.com]. Para embasar sua pesquisa, até um aparelho especial de ressonância foi adquirido. Na UFRGS há também um núcleo de pesquisa encabeçado pelo professor Giácomo Balbinotto em farmacoeconomia [www.farmacoeconomia.com.br].
São iniciativas ainda pequenas, mas como bons economistas, sabemos que é um investimento a longo prazo, então por favor, responsáveis pela pesquisa econômica nas faculdades do Brasil, ajudem a pesquisa na área de micro, por que o problema deve ser resolvido de dentro pra fora.


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Yes, we....

Posted by Savina Martins on 12:47 in , , ,
oi gente, e ae?mó bafafá, o Rio vai sediar as Olimpíadas em 2016. Bom ou não? Bem, depende.
Bom, sim, afinal é a grande esperança de melhora tanto logísticamente quanto socialmente no rio. Sim, por que quando se tem uma entrada de investimentos como vai ter nessas Olímpiadas, a tendência é que isso funcione como um efeito dominó, afinal o período olímpico vai durar uns 2 meses (contando com as Paraolimpíadas) e depois acaba, mas a estrutura continua. Metrô, linhas de ônibus, avenidas melhores, tudo isso fica.
Pode ser ruim porque como todo mundo sabe, aqui o desvio de verba pública é de mais, aí já viu, recursos correndo pelo ralo, obras inacabadas e Olimpíadas fail!
Uma coisa que a gente sabe e é bem verdade, se for sucesso: Olimpíadas no RIO. Fracasso: Olimpíadas no BRASIL.

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considerações...

Posted by Savina Martins on 06:35 in ,
eu nasci, fui criada no Piauí. Todo mundo que me conhece sabe do amor que eu tenho pela minha terra natal e por esse amor que eu tenho, me deixa triste ver que meu estado tá assim sem progressos tão significativos como o vizinho Ceará.
O pior é saber do potencial desse lugar e vê que não é aproveitado. É impressionate a pedra de ouro que a gente tá sentado e ver como nossos administradores parecem ignorar e não aproveitam nada! É irritante!
Como é que esse pessoal pensa em crescimento e desenvolvimento sem logística? Gente, a logística é o esqueleto de qualquer processo de desenvolvimento, sem estradas, pontos de entrada e saída de mercadorias, de armazenamento é impossível!
O governo do estado adora asfalto, acho que ele quer ver a serra da capivara preta, só asfalto, sim por que ele só fala em rodovia... será que ele nunca ouviu falar em planejamento a logo prazo? Um ferrovia tem um investimento maior que uma rodovia em compensação os custos de manutenção e o frete é bem menor que os de uma rodovia, nossa é uma coisa tão obvia que chega a ser ridiculo!
Quer dizer, ridiculo não é isso, ridiculo foi o que eu soube essa semana!
Simplesmente temos um porto(por fazer) desde 1976, nunca saiu do papel, eis que encaminharam o projeto do tal porto ao Ministério do Meio Ambiente (MMA) e pasmen! o projeto está totalmente deficiente, nem se quer explica como se dará o atracamento das embarcações, muito menos que tipo de embarcações atracará por lá! {http://www.portalaz.com.br/noticia/brasilia/141913}
Pelo amor de Deus! Nem pedir dinheiro esse pessoal sabe? É ridiculo ser piada, por que não fazem um MBA em projetos, credo! isso me preocupa de um jeito, porque se não sabem captar investimentos públicos imagina privados? Como é que pretendem crescer, desenvolver se não captam recursos pra isso?
ê laiá, as vezes meu amor por esse estado se envergonha!

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e constrói-se um economista

Posted by Savina Martins on 07:12 in ,
Eu ficava vendo as notícias e tinha minha opinião sobre e gostaria de publicar pra interagir com o pessoal, abrir o debate mesmo. Afinal Economia sem discussão é meio vazia. Tem que mostrar porque você acha isso, embasar aquilo com os dados, usar diversos recursos. Isso é o que me facina na minha futura profissão, a gama de coisas que a gente tem a nossa disposição para trabalhar.
Bem, eu sou graduanda da Universidade Federal do Piauí, tô no 5°! isso mesmo o famoso fatorial (!) que grande parte dos colegas economistas em formação tem. Tenho 21 anos e me chamo Savina. O curso caiu de pára-quedas na minha vida. Eu tava no terceirão e como muitos colegas, queria ADM, dae minha pontuação no PSIU(Programa Seriado de Ingresso a Universidade - extinto recentemente) não daria pra entrar pra adm, dae coloquei Economia. Nos primeiros períodos só queria saber de sair, vamos confessar que os 2 primeiros perídos de economia da UFPI é um saco!
Mas com o passar do tempo fui vendo a economia substancial e pesquisava na internet, comecei a ter contatos com colegas de outras faculdades de economia e descobri o mundo maravilhoso - e particular - que só quem vai seguir essa profissão pode desfrutar.
São tantas opções que dá uma agonia, eu quero várias áreas: Comércio Exterior, Mercado Financeiro, Projetos, gosto também de Logística (apesar de ser uma coisa bem adm). Não quero neeem saber de economia do setor público, nem de concurso, nem de lecionar, nem pesquisa. Dae me ferrei por que a grade da gente não dá opção a não ser as áreas que eu não me identifico de jeito nenhum, mas depois falo disso.
A vida de universitário é bem legal, pelo menos pra mim. A gente é cercado de responsabilidades, mas ao mesmo tempo é taanta diversão que é como se a gente ficasse entre a cruz e a espada. Sem contar os congressos e encontros de estudante. Eu já fui pra 2 ENECO's (Encontro Nacional dos Estudantes de Economia) e ameeei de mais, mas tô pensando em mudar de planos e agora ir para os encontros profissionais, tô querendo enriquecer meu curriculo e o Eneco é mais formação política (não é só farra não, gente!
enfim, a minha metodologia aqui é escrever sobre a rotina da gente, quando sair uma notícia por aqui pra fomentar debates, enfim.. Enjoy!

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